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quarta-feira, 10 de agosto de 2011
A Ponte (Documentário)
Documentário sobre a periferia de São Paulo, com Mano Brown e Trilha Sonora de Zé Gonzales e Daniel Ganjaman.
Release (via Casa do Zezinho)
O rapper Mano Brown, a educadora Dagmar Garroux e o escritor Ferréz convivem diariamente com as mazelas da periferia de São Paulo. Cada um a seu modo, trazem uma bagagem de experiências que merece reflexão. É o que faz o documentário “A Ponte”, produzido pelo Instituto Rukha.
O filme, de 42 minutos, mostra a situação da desigualdade social na Zona Sul de São Paulo por meio da figura de Dagmar Garroux, conhecida como Tia Dag. Ela é a fundadora da Casa do Zezinho. A entidade trabalha desde 1994 com o desenvolvimento de crianças e jovens. No início eram 07 “Zezinhos”, hoje a Casa conta com mais de 1200 crianças e jovens.
A câmera do documentário passeia pelas ruas do Capão Redondo, Jardim Angela e Jardim São Luis, todos bairros da zona sul da capital paulista, e expõe o tempo todo a diferença existente entre as duas margens do Rio Pinheiros. “O Rio pinheiros divide o pobre dos ricos”, afirma o rapper Mano Brown. Tia Dag complementa: “A ponte do Rio Pinheiros é o muro de Berlim.”
O filme pretende mobilizar a sociedade, mostrando que existe um caminho para a transformação. “Não é uma denúncia vazia. Optamos por mostrar que a realidade é muito dura, mas paralelamente mostramos a história da Tia Dag como uma possibilidade de mudança para a região”, afirma Luiz Alfaya, diretor-presidente do Instituto Rukha.
Para Roberto Oliveira, diretor do filme, “a idéia é abrir os olhos das pessoas”. Segundo ele, “o Brasil vive uma situação de guerra civil e as pessoas não se dão conta. Elas precisam se mexer e mudar a realidade.”
Assista o doc:
A PONTE from joaowainer.com on Vimeo.
Ficha técnica:
Versão completa em HD do documentário “A PONTE” 2006 / Instituto Ruhka / Sindicato Paralelo / Direção: Roberto T. Oliveira e João Wainer / Fotografia: João Wainer / Produtores Associados: Roberto T. Oliveira e Marcelo Loureiro / Trilha Sonora: Zé Gonzales e Daniel Ganjaman / Direção de Arte: Paulo Franco / Edição: André Dias e Alex Kundera / Produção: Claudio Gabriel e Julio Sena / Fotografia adicional: Lula Maluf, Arci Reis, Roberto T. Oliveira e Claudio Gabriel / Finalização: Alex Kundera / Mixagem: Daniel Ganjaman (Estudios YB) / Participações: Mano Brown, Ferrez, Floriano Pesaro, Paulo Lima, Padre Jaime, Fabio Gurgel, Saulo Garroux, João Batista Cardoso / Para ajudar acesse: casadozezinho.org.br
fonte: factoide
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quinta-feira, 28 de julho de 2011
Lei da Semeadura
"Podemos escolher o que semear, mas somos obrigados a colher aquilo que plantamos"
(Provérbio chinês)
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Para refletir
terça-feira, 26 de julho de 2011
domingo, 3 de julho de 2011
Vale a pena ler e refletir
Posso ter defeitos, viver ansioso
e ficar irritado algumas vezes
mas não esqueço de que minha vida
é a maior empresa do mundo,
e posso evitar que ela vá a falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver
apesar de todos os desafios,
incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas
e se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si,
mas ser capaz de encontrar um oásis
no recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um “não”.
É ter segurança para receber uma crítica,
mesmo que injusta.
Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir um castelo...
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Poemas
terça-feira, 28 de junho de 2011
Morre Lentamente...
Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve
música, quem não encontra graça em si mesmo.
música, quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente quem destrói o seu amor-próprio, quem não se deixa ajudar,
morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito, repetindo
todos os dias os mesmos trajetos, quem não muda de marca, não se arrisca
a vestir uma nova cor ou não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru.
Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o negro sobre o branco e
os pontos sobre os "is" em detrimento de um redemoinho de emoções,
justamente as que resgatam o brilho dos olhos, sorrisos dos bocejos,
corações aos tropeços e sentimentos.
os pontos sobre os "is" em detrimento de um redemoinho de emoções,
justamente as que resgatam o brilho dos olhos, sorrisos dos bocejos,
corações aos tropeços e sentimentos.
Morre lentamente quem
não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho, quem não
arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho, quem não se
permite pelo menos uma vez na vida a fugir dos conselhos sensatos.
não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho, quem não
arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho, quem não se
permite pelo menos uma vez na vida a fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente, quem passa os dias queixando-se da sua má sorte ou da chuva
incessante...
incessante...
Morre lentamente, quem abandona um
projeto antes de iniciá-lo, não pergunta sobre um assunto que
desconhece ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.
projeto antes de iniciá-lo, não pergunta sobre um assunto que
desconhece ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves, recordando sempre que estar vivo exige um
esforço muito maior que o simples fato de respirar. Somente a
perseverança fará com que conquistemos um estágio pleno de felicidade.
Pablo Neruda
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